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Há 20 anos, SBT fechava acordo de exclusividade com a Disney e balançava o mercado

Disney e SBT firmaram parceria de exclusividade em 1997

Publicado em 12/07/2017 às 07:00

Por Thiago Forato


Foto/Montagem NaTelinha

No ano de 1997, o SBT caminhava a passos largos para se tornar o "canal dos filmes milionários" e ser referência no segmento, posto que perdeu ao longo dos últimos anos.

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O império Walt Disney estava em plena ascensão na TV, e infeliz na Globo, Silvio Santos acenou com uma proposta irrecusável para a gigante norte-americana.

Pagou para exibir, com exclusividade, durante três anos, cerca de US$ 15 milhões. A grande novidade era o "Disney Club", nome que já foi usado pela extinta "TV Colosso" como quadro do personagem de Zé Carioca.

O SBT conseguiu o direito de exibir blockbusters da Disney. Eram cerca de 120 longas, como "Evita", "101 Dálmatas", "Fenômeno", "Pulp Fiction", "A Rocha", dentre outros.

O acordo foi costurado por dois anos, e na época, foi o maior negócio em volume de dinheiro. Ao lado dos filmes, os desenhos foram a grande arma do SBT nas manhãs, como Mickey, Donald, Pateta, "A Hora do Recreio", dentre tantos outros títulos da Disney. Em princípio, foram cerca de 65 horas de desenhos comprados por Silvio Santos.

Na renovação feita no ano 2000, o SBT teve o direito também de exibir o Oscar até 2004. Depois disso, a Globo é quem passou a transmitir a cerimônia.

O acordo entre SBT e Disney durou até dezembro de 2004, quando no ano seguinte, a Globo retomou a parceria.

 

Há dois anos, Silvio Santos negociou com o estúdio do Mickey em sigilo, e um novo acordo foi assinado, mas desta vez, um pouco diferente: a Disney passou a ser proprietária de duas horas diárias da programação do SBT.

Com a parceria de sucesso na década de 1990, vieram programas como "Disney Club", "Zapping Zone", "Art Attack" e blockbusters da Disney, que obrigou o SBT a criar a "Tela de Sucessos" naquele ano. Esta é a sessão de cinema mais antiga da emissora.

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