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Executivo da Cinemark aposta que cinemas não devem voltar ao normal antes de 2022

Empresa vai buscar opções para manter as bilheterias em alta

Publicado em 03/06/2020 às 16:15


 Executivo da Cinemark aposta que cinemas não devem voltar ao normal antes de 2022
Cinemas não devem voltar ao normal antes de 2022

Redação NT
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Publicado em 03/06/2020 às 16:15

O chefe da rede Cinemark, Mark Zoradi, não acredita que os cinemas vão voltar a funcionar em seu ritmo tradicional e ter a mesma arrecadação antes de 2022. O executivo revelou que os acionistas da empresa souberam do seu posicionamento pessimista em relação ao futuro.

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De acordo com informações publicadas nesta quarta-feira (3) pelo site norte-americana Deadline, Zoradi revelou que os cinemas devem reabrir nos próximos meses e a crise criada pelo coronavírus deve ser amenizada, mas não acredita que o público retornará rapidamente para as salas.

O empresário acredita que a maioria dos espectadores não deve ir aos cinemas ao longo do ano que vem por falta de novas produções. É bom destacar que muitas produtoras paralisaram as gravações de longas-metragens por conta da proliferação da Covid-19 em todo planeta.

“Os estúdios tiveram que se adaptar, e mudar datas de lançamento. Não tem a ver especificamente com a distribuição, e sim com a produção”, relatou. “Devemos ter uma boa recuperação no ano que vem, mas ainda não será um retorno ao normal”, acrescentou.

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Reformulação dos lançamentos

Mark deixou claro que os estúdios devem se preocupar apenas em realizar filmagens seguras aos atores e pessoas envolvidas na produção. Agora no resultado de bilheteria, a obrigação de atrair o público é do Cinemark. “A responsabilidade de criar um ambiente seguro, em que as pessoas se sintam confortáveis para ir ao cinema, é nossa”.

Para que tenha um bom número de pessoas assistindo as produções, a empresa pensa em prorrogar o período dos filmes em cartaz. “É possível que os longas tenham menos bilheteria por fim de semana, mas fiquem muito mais tempo em cartaz”, explicou Sean Gamble, diretor financeiro. Ele não descarta a possibilidade de disponibilizar os longas também em streaming ou locação pela internet.

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