Televisão

Com Renata Vasconcellos, “JN” cresce pelo quinto ano e atinge melhor Ibope em 11 anos

Jornalista entrou em 2014 no principal telejornal do país

Publicado em 01/10/2019 às 06:45


 Com Renata Vasconcellos, “JN” cresce pelo quinto ano e atinge melhor Ibope em 11 anos
Renata Vasconcellos no "JN" - Foto: Reprodução/Memória Globo

Daniel César
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Daniel César

Daniel César é jornalista formado, pós-graduado em linguística e em roteiro de televisão, com mestrado em Literatura. Trabalha com o universo da televisão desde 2010 e já fez cursos de dramaturgia com nomes como Carlos Lombardi e Thelma Guedes.

Publicado em 01/10/2019 às 06:45

Desde que assumiu como apresentadora ao lado de William Bonner e editora-executiva do “Jornal Nacional” em 2014, Renata Vasconcellos ajudou o jornalístico a crescer por cinco anos consecutivos atingindo em 2019 o melhor desempenho dos últimos 11 anos.

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Até o final de setembro deste ano, o “JN” garantiu média de 32,5 pontos. Este é o melhor resultado desde 2007 e representa um crescimento de 6,2% em relação à média anual de 2018, que ficou com 30,6. Os dados são da Kantar Ibope.

Renata se transformou em parceira de Bonner como âncora do principal jornal do país em novembro de 2014 e, de lá pra cá, a produção só fez crescer ano após ano.

Desde 2015, o “JN” vem fechando com média superior a do ano anterior. Um ano antes, quando Renata Vasconcellos substituiu Patrícia Poeta em novembro, a produção atingiu sua pior audiência anual da história e fechou com 22,7, o que significa dizer que, em cinco anos com a nova âncora, o Ibope cresceu em 42,7%.

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A seta que indica crescimento sob a batuta de Vasconcellos é inversamente proporcional à queda enquanto o “Jornal Nacional” era comandado por Patrícia Poeta. A jornalista ficou à frente da atração por três anos completos, entre 2012 e 2014 e houve queda em todo o período. Em 2011, ano que Patrícia substituiu Fátima Bernardes, no mês de dezembro, a média anual foi de 32,0. Três anos depois, quando Poeta deixou a atração, a média tinha desabado para 22,7, queda de 40,9%.

“Jornal Nacional” cobre tragédias

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Em 2019, o jornalismo da Globo viveu um ano atípico com a cobertura de diversas tragédias ocorridas pelo país nos nove primeiros meses do ano.

O caso do deslizamento da barragem de Brumadinho e o do incêndio no Ninho do Urubu que vitimou 10 adolescentes, jogadores da base do Flamengo, foram temas de diversas edições especiais do “Jornal Nacional” que ficou dias cobrindo os casos.

Ainda neste ano, também houve edições maiores e que atraíram os olhares dos telespectadores cobrindo casos como as enchentes no Rio de Janeiro e também a morte do Jornalista Ricardo Boechat, morto num acidente aéreo.

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50 anos de “Jornal Nacional”

As comemorações de 50 anos do “Jornal Nacional” estão a pleno vapor com âncoras de todos os estados do Brasil dividindo a bancada do programa aos sábados. São catorze semanas até que um representante da Globo em cada um dos estados brasileiros ocupem o lugar de William Bonner e de Renata Vasconcellos.

As duplas estrearam no dia 31 de agosto com Márcio Bonfim, representado Pernambuco e Cristina Ranzolim, do Rio Grande do Sul. Até o momento, cinco duplas assumiram a bancada do “JN” aos sábados e ainda restam catorze edições especiais.

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Veja a média anual de audiência do "JN"

2007: 34,0

2008: 32,4

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2009: 30,9

2010: 29,8

2011: 32,0

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2012: 28,2

2013: 26,0

2014: 22,7

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2015: 23,8

2016: 27,1

2017: 29,6

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2018: 30,6

2019: 32,5

Em preto: Apresentação de Fátima Bernardes

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Em vermelho: apresentação de Patrícia Poeta

Em azul: apresentação de Renata Vasconcellos


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